o amor tem se tornado cada vez mais uma coisa de graça,
do que tinha de trágico, do que tinha de ação, de drama,
tem agora de comedia, e viro então personagem commedien...
como um homem de nariz vermelho e rosto branco e feições marcadas,
faço de mim o risivel porque gosto de uma e não aconteço na casa
que há entre seus braços,
faço mais a graça das pernas como um trapesista
faço mais os bailes que os beijos
faço abraços e apertos em camas, corredores
faço o que tem de melhor pra querer de mim
e cuidar de mim? só o roterista, quem me gosta.
domingo, 31 de agosto de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário